sábado, 27 de maio de 2017

FIRST COMICS - SAIBA MAIS SOBRE ELA!


Houve uma época em que era possível encontrar  boas 

Histórias em Quadrinhos mensalmente em bancas. 
Ótimos artistas produziam enredos e desenhos de 
alta qualidade sem recursos eletrônicos, e sem a 
possibilidade de lançarem seus trabalhos em 
encadernados luxuosos, destacavam seu trabalho 
de outros colegas com sua árdua rotina mensal.
Nos anos 1980 a liderança de mercado estava na 
mão das duas grandes editoras como hoje 
(embora na época houvesse maior vantagem
 para a Marvel em relação à DC do que atualmente), 
pequenas editoras ofereciam a artistas maior 
controle editorial e de direitos sobre seus 
personagens do que as grandes. 
Uma das pequenas editoras se destacou 
produzindo séries regulares muito interessantes,
 com artistas de renome no mercado americano
 e que chegou a ser publicada no
 Brasil, a First Comics.
A seguir saiba mais sobre...

AS SERIES DA FIRST COMICS!

COMO TUDO COMEÇOU...





No ano de 1983, vislumbrando os benefícios do Mercado 
Direto de Quadrinhos americano, iniciado 11 anos antes, 
o editor Mike Gold (ex-DC) funda a sua editora em 
parceria com o empresário Ken Levin no estado 
de Illinois, a First Comics.
Entre as propostas da First estava a integralidade 
de direitos dos personagens aos autores das series, 
 junto à maior liberdade editorial, pois a First 
Comics não se submetia ao Código de Ética
 dos quadrinhos americanos, era muito atraente 
para os autores do nível de Marvel e DC, que 
se esmeraram em apresentar seus
 trabalhos para o editor.

Um dos primeiros contratados de Gold para a equipe
 foi o já experiente desenhista Joe Staton para ser 
o diretor de arte da editora. Staton já havia passado
 pelas editoras Warren e Charlton, desenhou 
“The Incredible Hulk” para a Marvel, na DC
 trabalhou no revival de personagens clássicos 
como “Justice Society” e “Doom Patrol” 
entre outros títulos e criações, ainda se 
notabilizaria por ótimas fases da revista 
“Green Lantern” e derivadas para a mesma editora.
Logo a editora atraiu estrelas do mercado 
incluindo artistas que trabalhavam para outras 
editoras, principalmente Marvel e DC, como 
Martin Pasko, Howard Chaykin, Jim Starlin, 
Mike “Warlord” Grell, Steven Grant, Kyle 
Baker, Myke Ploog, Bill Sienkiewicz...

A First também revelou grandes talentos do 
mercado americano como o escritor John 
Ostrander e o desenhista/escritor Timothy 
Truman, que viriam a trabalhar em editoras 
como Eclipse Comics, DC e Dark Horse.

SÉRIES, PERSONAGENS

E SUCESSO

Entre os primeiros títulos adquiridos pela First 
estão os personagens do escritor Mike Baron 
publicados pela extinta Capital Comics, 
“Nexus” e “Badger”, desenhados respectivamente 
por Steve Rude  e Bill Reinhold. “Badger” tinha 
um enredo interessante ao apresentar um
 protagonista esquizofrênico, exímio lutador e
 capaz de falar com animais. Belamente 
desenhado, “Nexus” misturava ficção 
científica e fantasia.






Mike Grell havia criado e proposto o personagem
 “Starslayer” para a DC, que chegou a ser 
anunciado pela grande editora, mas foi
 cancelado antes do lançamento após uma
 manobra editorial fracassada conhecida 
como “Implosão DC”. O artista obteve 
os direitos do personagem graças à 
intervenção de Gold e acertou com a 
Pacific Comics que lançou o título do
 personagem, a serie teve seis números
 publicados. Quando Grell acertou sua
 transferência para a First levou o título 
junto, a nova editora continuou a partir 
do número 7 respeitando o histórico da Pacific.
 Este foi o terceiro título lançado pela First.






Logo depois da estreia Grell deixa o título por 
não poder manter “Starslayer” e “Jon Sable” 
(que já estava acertado com a First) mensalmente. 
A partir do número 9 John Ostrander assume os roteiros.
Quando contratado pela editora, Joe Staton trouxe
 um personagem seu cujos direitos adquiriu 
da falida Charlton Comics, “E-Man”, um
 personagem paródia co-criado com Nicola 
Cuti inspirado fortemente no clássico 
“Plastic Man” de Jack Cole. A série se destacava
 na Charlton por uma peculiaridade, era o
 título da editora menos vendido em bancas,
 mas o que tinha o maior número de assinantes.






 Na fase First Comics o personagem foi lançado 

escrito por Martin Pasko, ex-Warren e DC.
Alguns títulos continham experimentações em
 histórias secundárias curtas (“back-ups”), 
para que os autores promovessem personagens 
e a partir da reação do público lançar novas 
séries. Foi o caso de “Starslayer” que entre
 outros personagens apresentou aos leitores 
o personagem “Grimjack” na edição #10, 
um dos maiores sucessos da First.
Demais séries, mini-séries e personagens da
 editora foram, “Mars”, “Warp”, “Michael Mauser”,
 “Ms. Tree”, “Zero Tolerance”, “Dynamo Joe”,
 “Meta-4”, “Psycoblast”...














Dentre os títulos que se estabeleceram, os
 mais notáveis foram:
·        “Jon Sable Freelance” de Mike Grell, 
apresentando um caçador de recompensas e 
escritor de contos de fada que havia passado 
por uma tragédia familiar. A série bem ao estilo 
de trabalhos que o autor (veterano da Guerra
 do Vietnã) viria a desenvolver futuramente
 na DC chegou até a estrelar um seriado de TV;
·        A dupla revelação formada pelo excepcional 
desenhista Timothy Truman com o escritor e
 teólogo John Ostrander produziram a serie 
do já citado mercenário “Grimjack” com enredos
 e desenhos excelentes. Passada numa cidade
 pandimensional (“Cynosure”), o que ilimitava
 as abordagens fantasiosas dos enredos, o
 protagonista era um ex-guerreiro de meia
 idade dono de um bar (“Mundens”) na parte
 barra-pesada da cidade. Histórias curtas do 
cotidiano do bar eram publicadas na revista
 e depois houve uma compilação dessas
 HQs em edição especial. O personagem
 e seu bar foram até homenageados pela 
Marvel em uma das edições 
do título “The New Mutants”;





·        “American Flagg” de Howard Chaykin , série 
policial-futurista satírica com altas doses 
de erotismo, apresentava um ex-ator pornográfico
 contratado para trabalhar na segurança de um 
complexo comercial corporativo, o protagonista
 adquire uma estação pirata de televisão e
 tenta recuperar os valores de uma América em
 frangalhos. Curiosidade na série, EUA e 
URSS estão em decadência enquanto o Brasil 
desempenha papel de liderança na política mundial;

·        A First também capturou da linha Epic Marvel
 o blockbuster de ficção científica e fantasia
 “Dreadstar” de Jim Starlin. A saga espacial épica
 iniciada na Marvel agora seria continuada pela
 First Comics, o momento dessa transferência 
coincidiu com mudanças fortes no enredo e
 personagens da serie, mas mudanças mais 
drásticas viriam em seguida no título.







Além de todas as series produzidas, a First também 
publicou quatro encadernados compilando as
 primeiras edições de um fenômeno na época






 ascendente da mídia americana, 

“Teenage Mutant Ninja Turtles”. As edições
 republicadas pela First eram o material original 
dos criadores Kevin Eastman e Peter Laird, 
inspirado nos quadrinhos de Frank Miller. 
Essas HQs eram mais alinhadas com as 
propostas editoriais que agradavam os leitores
 dos quadrinhos de super-heróis do que a versão 
cartunesca mais difundida pela editora Archie 
Comics, tiras de jornal e o desenho
 animado da televisão.

OUSADIA


A First Comics em sua breve duração realizou 
empreitadas impactantes no mercado, não eram
 exatamente inovações de fato, mas conseguiu
 caracterizar a editora como desbravadora 
nos nichos que apostou.
Uma real inovação foi o lançamento da série 
“Shatter” de Peter Gillis e Mike Saenz, conhecida
 como a primeira história em quadrinhos produzida
 por computador. Se hoje isso não é tão
 impressionante, na época causou bastante
 surpresa e para chamar público 
nem precisaria ter um bom enredo.
Produzida inicialmente com um Macintosh, ao 
longo do tempo ‘Shatter” passou a diminuir a carga
 digital, principalmente pelo fato de que os softwares 
da época mais atrasavam do que adiantavam 
o trabalho do artista. Mike Saenz também 
produziu por computador o álbum “Crash” 
com o personagem “Homem-de Ferro” da Marvel, 
trabalho que foi publicado no Brasil no sexto 
número da coleção “Graphic Novel” da 
editora Abril, no final de 1988.




Não foi exatamente uma novidade nos
 quadrinhos, a série de personagens fantásticos
 de Michael Moorcock “Eternal Champions” 
teve suas versões quadrinizadas pela First. 
“Elric de Melnibone” já havia aparecido em
 histórias de “Conan, o Bárbaro” da Marvel, 
mas a First trazia vários personagens de 
Moorcock com o peso do protagonismo e
 diretamente adaptados de seus contos.
Chamou a atenção dos leitores e da crítica
 o lançamento da Graphic Novel “Beowulf”
 em 1985, tanto que a edição ganhou o importante
 prêmio “Kirby Awards” de melhor álbum do ano.






Outro lançamento arrojado da editora foi a tradução 
e publicação do mangá “Lone Wolf and Cub”,
 conhecido no Brasil por “Lobo Solitário” 
de Kazuo Koike e Gozeki Kojima, HQ reconhecida
 por Frank Miller como sua favorita.
Rediagramado para a publicação nos EUA, o 
mangá não foi publicado integralmente pela First.
 Um ponto interessante da First neste título 
foram as belas capas desenhadas por Miller
 (que se sentia honrado em colaborar com o título) 
e Bill Sienkiewicz, na época duas das maiores 
estrelas em atividade no mercado 
americano de quadrinhos.





Indubitavelmente o trabalho mais sofisticado de
 toda a existência da First Comics foi a série 
de adaptações em quadrinhos de romances 
clássicos, “Classic Illustrated”, publicado em
 parceria com a Berkley Publishing. O número 
de estreia (no Brasil também) era a adaptação de
 “Moby Dick” de Herman Melville totalmente 
pintada por Bill Sienkiewicz, um trabalho
 impressionante e provavelmente a melhor 
de todas as numerosas edições 
da curta História da editora.









EVOLUÇÃO

Inicialmente as séries da First esbanjavam tanto
 em qualidade, quanto em aceitação dos leitores.
 “Jon Sable” e “American Flagg” tiveram 
duas séries na editora, “Grimjack” era extremamente
 popular e longeva, “Dreadstar” manteve o
 público da Marvel. Apesar de haver uma certa 
resistência no mercado americano em relação
 aos quadrinhos estrangeiros, “Lone Wolf”
 trazia o peso de dois astros do mercado.

A editora moveu dois processos no mercado, 
um infundado acusando a gráfica World Color 
Press por cobrar preços de impressão desiguais
 (e mais altos) às editoras pequenas.
 Outro processo foi movido contra a Marvel
 acusando-a de práticas impróprias de concorrência
 inundando o mercado de títulos para prejudicar
 a competição promovida pelas pequenas 
editoras, como uma espécie de
 “dumping” branco.

Em 1985 Mike Gold retornou à DC, e levou Mike
 Grell e Tim Truman, que executaram trabalhos
 excelentes com os personagens “Arqueiro Verde”
 e “Gavião Negro”, logo Chaykin seguiria
 seus ex-colegas.





Os artistas remanescentes mantiveram a 
qualidade das series por um tempo, no entanto
 foi difícil para a editora manter o excelente 
nível das publicações sem a batuta de Gold. 
Para situar o leitor, se nos tempos atuais tais 
series estivessem sendo produzidas pelas 
grandes editoras, certamente estariam inseridas
 dentro dos selos adultos das mesmas 
(como Vertigo e Marvel MAX).
Jim Starlin concluiu a saga de Dreadstar contra 
seu grande oponente Lorde Papal. 

O título exitoso em vendas e crítica então

 passou aos roteiros de Peter David e desenhos 
de Luke McDonnel, bons artistas também, mas 
tiraram toda a grandeza do título para 
transformar os personagens principais em
 gangsters caçadores de recompensas, os 
personagens foram reduzidos e a rejeição 
do público foi imediata, essas mudanças 
acarretaram no cancelamento do título.
O caráter épico da saga de Dreadstar foi
 retomado posteriormente pelo mesmo Peter
 David, mas pela editora Malibu no selo “Bravura”
 em uma mini-série de seis edições.




A série “Grimjack” sofreu a saída de Timothy
 Truman dos desenhos, foi substituído 
por artistas interessantes, como Tom Mandrake
 e Flint Henry, mas sem o charme dos
 desenhos de Truman. Os infortúnios de 
charme da serie continuaram na direção 
editorial, o personagem rejuvenesceu, 
reapareceu no século seguinte, virou andróide...
 Semelhante a “Dreadstar”, os leitores continuaram 
a comprar a revista mais por fidelidade ao 
personagem do que pela aceitação dos enredos.
E com o tempo aumentava o desinteresse dos
 leitores pelas series da First. 
Novos investimentos da editora foram
 bem fracos em relação ao seu passado 
e baseados apenas em minisseries. 
Tal tendência culminou no encerramento
 das atividades no final de 1991,
 com vários projetos inacabados.

O RETORNO

Os personagens mais populares publicados pela 
First Comics durante sua duração reapareceram 
em novas series e títulos por outras editoras,
 em muitos casos promovidos com o retorno
 das equipes de criação originais, como o caso 
de “Grimjack” que foi publicado pela IDW em
 minisserie produzida pelos criadores Ostrander
 e Truman, além de HQs digitais na internet.






Em 2011 o fundador Ken Levin anunciou o retorno
 da editora, porém sem esclarecer sobre os
 títulos de maior sucesso da editora na sua
 fase áurea, já que boa parte dos personagens
 desses títulos já eram publicados
 esporadicamente por outras editoras.
Esse retorno procedeu de forma bem tímida,
 até porque o mercado de quadrinhos já 
estava mais formatado e segmentado no 
século XXI do que na década de 80. 
No entanto a First seguiu com a proposta 
de direitos autorais e revelação de talentos,
 assim como promoveu-se através da 
republicação de alguns de seus
 trabalhos anteriores.
Em 2015 a editora fundiu-se com 
outra independente, a Devil’s Due.





FIRST COMICS NO BRASIL

A primeira editora a apostar nos quadrinhos da 
First Comics no Brasil foi a carioca Cedibra, 
com o lançamento de cinco séries, 
"American Flagg", "Badger, o Texugo", 
"Grimjack", "Jon Sable Freelance" e o mangá 
"Lobo Solitário", no final de  1987.
 A exceção do título oriental, todas as 
series duraram quatro edições. 
A Cedibra realizou uma boa edição, bem 
semelhante ao modelo americano, com 
apresentação de personagens e autores.
 Infelizmente as series tiveram curta duração.
O Título "Lobo Solitário" teve nove edições pela
 Cedibra. A editora não publicou as HQ's na 
ordem original. A série brasileira tinha também
 o formato americano rediagramado e
 contou com as capas de Frank‎ Miller.
O segundo movimento de publicação de 
quadrinhos da First foi bem modesto, 
nos anos de 1990 e 1991 a editora Globo
 publicou no sexto e nono números da coleção
 “Graphic Globo” (que iniciou em 1988) álbuns 
da série “Time²”de Howard Chaykin, licenciados 
através da editora americana.




 --
Outras publicações da Globo de personagens 
que passaram pela First foram 
licenciadas pela Marvel,
 como pela mesma coleção “Graphic Globo” 
respectivamente o primeiro, quarto e décimo
 números apresentaram álbuns de “Dreadstar”
, “Elric de Melniboné” e novamente “Dreadstar”.
 A Globo em 1990 publicou uma serie mensal
 em formatinho de “Dreadstar”, que durou dez 
edições continuando de onde a Abril publicou
 na revista “Epic Marvel”. Quando iniciaria a 
fase do personagem licenciada pela First Comics,
 o título da Globo foi cancelado em 1991 por
 dificuldade de negociação. Até hoje os
 leitores brasileiros não puderam ler a
 conclusão da saga do personagem.
A terceira‎ onda de publicação da First 
Comics no Brasil veio em 1990 e 1991
 contemporaneamente pelas editoras 
Abril e Nova Sampa. O primeiro título dessa
 leva foi a coleção "Classic Illustrated" em
 formato luxuoso pela Abril, que durou doze edições.





A Abril logo lançou pela coleção “Graphic Album”
 uma compilação republicando os três primeiros
 números de "American Flagg", em seguida um 
título mensal do mesmo personagem com
 numeração reiniciada, mas a par‎tir da 
quarta edição original (já lançada pela Cedibra),
 durou seis edições apenas.
A editora continuou com a edição especial de
 "Grimjack"‎ compilando os números 5 a 7 da
 serie original, assim dando sequência ao ponto
 onde a Cedibra parou. Badger e Elric ganharam 
cada um sua minis-serie em quatro edições,
 a editora ainda publicou um álbum com uma
 adaptação do universo do Mago de Oz.
Em 1990 a editora Nova Sampa lançou novo 
título "Lobo Solitário" em formatinho, cada 
edição encadernando duas HQ's. Esta serie 
durou nove números e também trouxe as 
capas de Miller e Sienkiewicz. A mesma editora
 reiniciou outro título do personagem em 1993
 em formato mais simples, lombada canoa e
 com apenas uma história por edição.
 Esta serie durou apenas cinco números e
 foi‎ a última serie do Ronin com a diagramação
 americana no Brasil. A serie foi lançada na 
diagramação original pela Panini, desta vez
 publicada completamente e na ordem 
correta a partir de 2004.



A próxima publicação de material da First 
ocorreu apenas em 2010 pela editora HQManiacs, 
uma única edição da coleção “Classic Illustrated”,
 apresentando a quadrinização por Kyle Barker
 de “Alice Através do Espelho”, de Lewis Carroll.
 Uma edição de preço elevado, o que 
provavelmente acarretou em baixas vendas
 e desestimulou a editora a lançar novas edições.

CONCLUSÃO

Se considerar tanto o mercado americano quanto
 o nacional, é lamentável que uma editora 
que tinha como principal bandeira a independência
 e vanguarda editorial, além de oferecer direitos
 plenos aos criadores, tenha tido uma vida tão curta.
 No Brasil, se forem descontadas as coleções
 de “Lobo Solitário”, todas as publicações 
nacionais de material da First Comics
 não chegam a 50 edições.
Se for pensado em termos de quadrinhos
 americanos, a qualidade desses personagens
 e histórias era muito superior a qualquer 
material líder de vendas na época, visto que
 muitos dos artistas envolvidos com a
 editora se tornaram estrelas do mercado.
Considerando que o nível dos quadrinhos
 americanos caiu significativamente nos
 últimos 20 anos, seria interessante que
 de alguma forma fosse viabilizada a
 publicação do material da First (clássico e atual), 
como modestamente é feito nos EUA.
Gostou desta matéria?
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Até a próxima, webleitores, e não deixem de 
adquirir Mestre do Terror e Calafrio, os dois títulos 
clássicos do mestre Rodolfo Zalla estão de volta. 
Complete sua coleção!
de volta.





Por: DANIEL SAKS
REDAÇÃO\PEGASUS STUDIOS –
Uma Divisão de Arte e Criação da Pégasus Publicações
e Distribuidora Ltda – São Paulo – SP


TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

2 comentários:

  1. Valeu Tony, pela postagem do meu artigo

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  2. Eu é que agradeço por esta sua excelente matéria, Dan.

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