sábado, 29 de novembro de 2014

Chaves em Desenho Animado - Refrescos do Chaves - 2ª Temporada

Chapolin - Em Casa de Fantasmas até os Mortos se Assustam (Dublado) - TLN

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

COMBAT (Seriado Antigo de Guerra - DUBLADO) Episódio Completo) A carta.

Area 51 na integra !

Rin Tin Tin 17 Rusty enamorado

RinTinTin - Rusty démissionne de L'Armée (fr) 1

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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

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Trechos da série "Cidade Nua" (1961) - Dublado

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A Million Ways To Die In The West Official Trailer #1 (2014) - Seth MacF...

The Peacemaker - Trailer

BENGALAS BOYS JÁ ESTA A VENDA!


JÁ ESTÁ À VENDA A PRIMEIRA
EDIÇÃO DA SERIE
BENGALAS BOYS! 
VOCÊ NÃO PODE PERDER!



Nosso diretor, Tony Fernandes, foi o criador do termo 
Bengala Boys, que significa: pessoas de idade com
 espírito jovem. Na verdade, este termo foi criado por 
ele há exatamente 16 anos atrás, quando Tony, 
ao formar mais um de seus grupos musicais, só com
 pessoas de meia idade, não tinha dado um nome 
definido para a banda, que já estava tocando naquela casa
 noturna já há algum tempo. Quando o dono do estabelecimento
 lhe perguntou qual era o nome da banda, então ele respondeu,
 sem pestanejar: “Bengalas Boys! Aqui só dá
 velho metido a roqueiro!” Anos depois, surgiu 
o blog Bengalas Boys Club 
(http://bengalasboysclub.blogspot.com), 
que hoje é um sucesso,



 inclusive fora do país. Mas, foi através do Facebook 
é que o termo se popularizou e tomou forma. Através 
da amizade com outros bengalas brothers e friends, 
como os veteranos: Ataíde Braz, Wild Portella,
 Lancellot Martins (vulgo Capitão Piauí), Alvarez
 (vulgo Dom de la Mancha), Jerônimo (vulgo ex-sinistro),
 Décio Ramirez (vulgo , ACMoreira (vulgo Jãoeine) 
Augusto Minighitti, Bira Dantas, e José Carlos Francisco
 (vulgo cowboy de além-mar ou Zeca Willer), a coisa
 começou a tomar forma. Primeiramente, Tony
 (vulgo ex-Capitão Melância) criou um texto engraçado
 narrando sobre a origem da suposta maldita confraria 
milenar. Logo, Bira, um excelente caricaturista,
 tratou de fazer a  cara dos envolvidos. 
E fez um trabalho magistral. Como se não 
bastasse, na surdina, Lancellott Martins, Ataíde e
 Airton Marcelino, começaram a desenvolver um
 roteiro que, por fim, também contou com a
 colaboração dos amigos. Conclusão: algum 
tempo depois, os Bengalas Boys viraram uma realidade
 com o traço do excelente desenhista Airton 
Marcelino (vulgo Mineirim Comiquieto). 
O trabalho ao ser postado teve boa receptividade 
que acabou culminando com a primeira edição
 da série que promete seguir adiante.   
O incrível é que tudo começou com uma brincadeira
 entre amigos (roteiristas e quadrinhistas),
 enfim, gente que adora fazer HQs.





NESSA PRIMEIRA EDIÇÃO

A revista em quadrinhos dos Bengalas Boys leva
 a assinatura de Lancelott Martins, que deu o conceit
o dos personagens, e a arte fica por conta de Airton 
Marcelino, o texto ficou por conta de uma integração
 entre alguns dos amigos incluindo, o grande Ataíde Braz,
 onde cada um deu um pitaco e no final das contas
 temos quatro episódios fantásticos concluídos 
chamados: Origens, Avalon, Tombostone, e Martell.
 O gibi tem 32 páginas, miolo em p & b, e foi impresso
 pela Universo (Editora de publicações independentes),
 em formatinho, muito bem acabado, com capa e
contracapa coloridas. Vale a pena comprar.


 Preço de cada exemplar, apenas R$ 4,90 + o frete.
No Issuu você pode ler este gibi na íntegra e com algumas
 páginas adicionais, já que conta com uma galeria de 
ilustrações no final. Que tal curtir uma HQ diferente,
 totalmente feita por brasileiros? Então clique aqui para 
ler online. Para comprar o seu exemplar 
impresso mande um e-mail para:


Por: Clayton Ferraz\ Da Redação dos
 Estúdios Pégasus\Divulgação –
Uma Divisão de Arte e Criação da
 Pégasus Publicações Ltda -
São Paulo - SP - Brasil

domingo, 23 de novembro de 2014

HOPALONG CASSIDY (William Boyd)! A verdadeira História...


O ator americano William Lawrence Boyd, nasceu em 
Cambridge, no dia 5 de Junho de 1895 e faleceu em 
Laguna Beach, em 12 de outubro de 1972. Ele era filho 
de um lavrador. Perdeu seus pais ainda criança. Para
 sobreviver, passou a exercer várias atividades 
e inúmeras funções, após abandonar os estudos. Em 1920, ele 
estreou no cinema como extra num filme de Cecil B. DeMille,
chamado Why Change Your Wife (Por que Trocar de Esposa?)
O jovem ator deu sorte, agradou a crítica e o público, e assim
passou a ser convidado para participar de outros filmes. 
Todos acreditavam no potencial artístico dele e apostavam
que ele teria uma carreira promissora, como Bill Boyd 
(nome artístico que tinha adotado na época).
Mas, de repente, a carreira dele ruiu.

Tudo aconteceu por causa de um escândalo
 que surgiu sobre ele e um ator famoso de teatro,
que usava o mesmo sobrenome. 
Boyd acabou sendo preso e
acusado de orgia sexual. Os jornais da época estamparam
a foto de William Boyd, que já era bem conhecido como ator,
e do outro, que além de gostar de uma boa orgia, era viciado 
em bebidas e em jogatinas. Por mais que Boyd tentasse
explicar o ocorrido o mal estava feito. 
De uma hora para a outra, os estúdios fecharam 
as portas para ele.


Naquela época, os Estados Unidos estava em crise, pois
a bolsa de valores de Nova Iorque tinha quebrado - e, 
para piorar a situação, com o surgimento do cinema 
falado muitos atores do antigo cinema mudo ficaram 
desempregados. Tudo isso contribuiu para que 
William Boyd entrasse em depressão e se tornasse 
um alcoólatra inveterado. 
Em pouco tempo ele acabou perdendo tudo o que havia 
conquistado em sua breve e brilhante carreira, como ator.
Ninguém jamais poderia imaginar que um dia ele 
ressuscitaria das cinzas, como a Phenix da mitologia,
 e se tornaria um dos cowboys
mais famosos e populares da América e 
do mundo, ao interpretar...

HOPALONG CASSIDY!




Em 1904, Clarence E. Mulford tinha criado um cowboy fictício 
chamado Hopalong Cassidy. Sobre este personagem do velho
Oeste ele escreveu vinte oito romances populares desse
personagem até 1941. Outros quatros foram escritos por
Louis L’Amour. Graças ao sucesso alcançado pelos
 romances desse personagem, em 1935 surgiu a primeira 
película – de uma série de filmes que
tornaria Boyd famoso -, chamada: Hop-a-Long Cassidy - 
Vida e Aventura. Na verdade o papel principal desse filme 
era para ser interpretado pelo ator James Cleason que,
segundo o produtor, mais se adaptava ao tipo do
personagem criado nos livros
publicados por Mulford. Porém como ele achou baixa  a
proposta financeira decidiu não aceitar fazer o filme.




Na época, William Boyd, que ainda era um dependente
químico, estava escalado para o mesmo filme para 
representar o vilão. Ao saber da recusa de Cleason não
hesitou e se ofereceu para ocupar a vaga deixada pelo 
outro ator. Desejava ser o herói do filme. 
O interessante é que Boyd já estava com 40 anos
e nem sequer sabia montar em um cavalo, mas
prometeu ao produtor eu ia aprender equitação 
e abandonar o vício da bebida, enquanto durasse o contrato.





VERSÃO CINEMATOGRÁFICA
DETURPADA


O produtor, preocupado, decidiu reler um dos 
livros escritos por Clarence E. Mulford. Nele, Hopalong
era um tipo grosseiro e ignorante que gostava de
fumar e de jogar poquer. Depois disso, achou que talvez 
Boyd era, de fato, a pessoa certa para assumir 
o papel. Assim, William Boyd estrelou o primeiro filme,
ainda meio desajeitado para lidar com o cavalo e fora 
de forma físicamente. Como a película obteve relativo
sucesso o ator acabou assinando contrato para 
continuar na série. Nos filmes que
se seguiram, William Boyd revelou ao público uma nova 
personalidade daquele personagem do Oeste, que nada 
tinha a ver com herói dos livros: um cowboy gentil, sem 
vícios e que sempre deixava o bandido atirar primeiro para 
depois reagir. Outro fato interessante, é que ao contrário
do personagem dos livros, esse Hopalong dos filmes
preferia capturar os bandidos vivos ao invés de
matá-los. Inicialmente o produtor ficou contrariado. 
Não aprovou a tal mudança de
personalidade do personagem, 
mas as poucos resolveu deixar o teimoso
Boyd fazer o eu queria para ver no que ia dar.
Como resultado dessa brusca mudança de
personalidade do personagem 
os filmes começaram a fazer um estrondoso sucesso.
Essa nova versão de Hopalong Cassidy, 
criada por Boyd, caiu nas graças da crítica e do público.



MUDANÇA DE PLANOS
Inicialmente, Sherman, o produtor do filme, tencionava 
realizar 7 ou 8 filmes classe “B”, com uma hora de
duração. Mas, ao perceber que o personagem tinha 
caído no gosto do público, se empolgou e decidiu
realizar mais 66 filmes de Hopalong Cassidy,
todos protagonizados por William Boyd, que 
soube aproveitar essa boa oportunidade 
para renascer artisticamente.



UM BELO VISUAL

Naquela época, alguns filmes de cowboys faziam
muito sucesso, e todo herói do velho Oeste
que se prezava tinha que ter um visual bem definido, 
que diferenciasse ele dos demais, e que fosse marcante.
Hopalong Cassidy usava chapéu e roupa azul-escuro, 
com seu cabelo precocemente grisalho, 
revólveres com cabos em madrepérola, acompanhado 
de um corcel branco, um belo cavalo Palomino, 
chamado Topper. É interessante frisar que o visual
criado para Hopalong reinventava o traje típico desse 
tipo de herói do velho Oeste, porque antes dele os 
cowboys só vestiam roupas claras e os bandidos
roupas escuras. Tudo era bem definido nos filmes.
Hopalong Cassidy foi o primeiro herói dos bang-bangs 
a usar roupas escuras. A serie, também utilizava mais 
dois personagens marcantes que acompanhavam 
o herói em suas aventuras:um jovem, 
para as cenas românticas e um mais idoso para 
os momentos de humor.

Gaby Hayes era a parte cômica dos filmes
  




       
OS OUTROS DOIS PERSONAGENS


O jovem Jimmy Ellison protagonizou o primeiro
rapaz, nos primeiros 7 filmes da serie, depois foi substituído
por Russel Hayden, que fez 27 filmes. Depois, Brad King
assumiu o papel fazendo 5 filmes. Jay Kirby, também fez 
5 filmes, Jimmy Rogers fez 6 filmes, George Reeves fez 
um filme e Rand Brooks fez 12 filmes. 
O idoso ator, George (Gaby) Hayes, que foi companheiro 
de heróis de diversos filmes de cowboys, como: Gene 
Autry e Roy Rogers, fez 22 filmes contracenando com Boyd. 
Foi substituído por Britt Wood, que fez 4 filmes, e 
Andy Clyde, que fez 36 filmes.       
Curiosamente, somente 19 filmes da serie Hopalong 
Cassidy foram baseados nas histórias dos livros de
Mulford. Os outros roteiros foram desenvolvidos
baseados nas ideais e no perfil do personagem
 que Boyd, brilhantemente, ajudou a desenvolver e a criar.



Roy Rogers e Dale Evans






DOS LIVROS PARA O CINEMA,

DO CINEMA PARA OS QUADRINHOS





Toda serie de heróis de western (ou não), que fazia 
sucesso no cinema e na TV, nauela época, eram
licenciados para as editoras que, ávidas em faturar alto, 
publicavam histórias em quadrinhos. 
Assim, Hopalong Cassidy, seguindo a trilha de
seus antecessores, entre 1943 e 1954, acabou migrando
para os quadrinhos e para as tiras de jornais. As aventuras
de Hopalng Cassidy, em quadrinhos, foram publicadas
pela Fawcet Comics, até 1959.
O excelente desenhista Dan Spiegle ilustrou para a Mirror
Enterprises Syndicate, de 1951 até 1955, uma serie de tiras
de jornais, de Hopalong, que mais tarde foi distribuída 
pela King Features Syndicate, de 1951 até 1955.        
Lembro-me bem que o extinto jornal Diário de Notícias, 
do Rio de Janeiro, tinha um suplemento colorido, que saia aos domingos, que publicava as tiras desenhadas por Spiegle. 





Dan Spiegle



Arte de Spiegle

UM ATOR QUE VIROU EMPRESÁRIO




Em 1948, infelizmente, a serie de filmes de Hopalong 
Cassidy acabou. William Boyd, então decidiu comprar 
os direitos de todos os filmes que tinha protagonizado 
o herói. Para tal feito, teve que se desfazer de todos os seus
 bens, inclusive, do rancho onde morava. Foi inteligente.
Acreditou no sucesso de um novo veículo de comunicação
que surgia, a televisão. Algum tempo depois, usou a  
cabeça e acabou vendendo os direitos de exibição para 
as emissoras de TV e também começou a licenciar para o 
comércio diversos produtos que levavam o nome do
personagem, numa grande estratégia
de merchandising. Assim, revólveres de brinquedo, cinturões,
bicicletas, relógios, canecas e outros produtos destinados às 
crianças e adolescentes inundaram o mercado americano 
rendendo muito dinheiro para William Boyd, que se tornou e
um grande empresário da área de licenciamento.
acabou montando a sua própria empresa. 










HOPALONG CASSIDY 

PRODUCTIONS INC

Entre 1949 e 1951, a empresa montada por Boyd faturou
 alto e ainda produziu diversos episódios de meia hora para
 a TV e também foi responsável por inúmeros artigos sobre 
o milionário William Boyd. Seus filmes, produtos e histórias 
em quadrinhos faziam sucesso em boa 
parte do mundo civilizado.



AS ÚLTIMAS APARIÇÕES

O grande e inesquecível Hopalong Cassidy apareceu 
pela última vez nas telas do cinema num filme de Cecil 
B. DeMille chamado The Greatest Show on Erath 
(O Maior Espetáculo da Terra), em 1952, protagonizado 
por Chalton Heston e com  participação de Betty
Hutton, Corne Wilde e Jimmy Stewart. A última vez que 
William Boyd colocou o chapéu de cowboy, a roupa típica 
do cowboy e montou o belo Topper foi numa parada
de artístasde circo, em 1952.

CASAMENTOS E MORTE

William Boyd se casou com quatro atrizes: Ruth Miller
(1921- 1924), Elinor Fair (1926-1929), Dorothy Sebastian
(1931-1935) Grace Bradley (1937-1972). Esta última o
acompanhou até a morte. Grace era atriz, cantora e
dançarina, mas acabou deixando a carreira para 
acompanhar o trabalho do marido.
Nos finais de seus dias, Boyd passou a viver 
uma vida reclusa, devido ao seu péssimo estado de saúde. 
Desejava eu seus fãs recordassem dele tal e qual o
seu famoso personagem das telonas e da TV: 
o valente Hopalong Cassidy.


Com Sebastian


Com Grac




UM GRANDE HOMEM, UM ATOR

INCRÍVEL E UM HERÓI 

INESQUECÍVEL



William Lawrence Boyd foi um exemplo de homem e 
de vida. Após ter iniciado uma carreira promissora 
em Hollyood se envolveu em um escândalo sexual,
viu sua carreira arruinada, se tornou um alcoólatra,
mas assim que teve uma oportunidade se agarrou a
ela, conseguiu largar o vício, recriou um personagem
que até hoje é um dos maiores ícones do cinema, da TV 
e dos quadrinhos, e se tornou um grande empresário. 
Enfim, deu a volta por cima, brilhantemente.  
Ele faleceu no dia 12 de setembro de 1972, em Laguna
Beach, na Califórnia, nos Estados Unidos, vítima do mal 
de Parkinson e complicações do coração.



Alguns anos depois de sua morte, Grace 
escreveu um livro em homenagem a ele e para os 
milhões de fãs do cowboy herói, chamado: Hopalong 
Cassidy – An American Legend (Hopalong Cassidy –
Uma Lenda Americana).
Qual era o segredo ou a fórmula do sucesso dos filmes
protagonizados por Boyd?  Em geral, os filmes de 
Hopalong Cassidy começavam com alguma cena
de acão, na sequência tinham uma parte mais calma,
mas o final culminava com muita ação.







Se você não teve o prazer de conhecer e 
assistir os filmes de Hopalong Cassidy, ou deseja 
rever alguns desses
 clássicos do gênero western, recomendo:

 Hop-A-Long Cassidy / 1935 – Life and Adventure
 (Vida e Aventura), Bar 20 Rides Again \ 
1935 (Sinal de Fogo, no Brasil),
Call of The Plairie/1936 (A Última Testemunha
, no Brasil), Three On The Trail/1936
 (Três Sobre a Pista, no Brasil), Trail Dust/ 1936
 (Missão Bem Cumprida, no Brasil),
 Hills of Old Wyoming /1937
 (A Sombra da Lei, no Brasil), North of 
The Rio Grande
 /1937 (Vingança de Irmão, no Brasil), 
Hopalong Rides Again /1937 (Estouro da Boiada,
 no Brasil), Heart of Arizona/1938 
(Coração do Arizona), Bar 20 Justice/1938
 (A Mina Misteriosa, no Brasil), In Old Mexico/1938
 (Felicidade em Brumas),
The Frontiers Man/1938 (A Mestra Rural, no Brasil),
 Silver On The Sage/1939 (Uma Carta Afoita,
 no Brasil), Border Vigilantes/1941
 (Fronteiras Perigosas, no Brasil), 
Colt Comrades/1943 (Revólveres e Laços,
 no Brasil), Hoppy Servers a Writ/1943 
(Mantendo a Ordem, no Brasil), The Leather
 Burnes/1943 (Mineiro Misterioso), 
False Colors\1943 (O Enganador, no Brasil),
 Mystery Man\1944 
(Bandoleiro Misterioso, no Brasil).

Nota do Autor: Curiosamente, como você pode observar,
poucos foram os filmes de Hopalong Cassidy, 
exibidos no Brasil, que tiveram seus títulos traduzidos 
corretamente. Muitos deles nada têm a ver com os títulos
originais. Bom entreterimento, curtindo os filmes desse
nosso intrépido e saudoso herói do velho Oeste, e até 
minha próxima matéria, webleitor. Escreva-nos dando 
sugestões de pautas e dê a sua opinião sobre essa
 minha matéria especial. Até mais, cowboys!

Por: Edno Rodrigues

Copyright 2014\Edno Rodrigues\Tony Fernandes\
Estúdios Pégasus – Uma Divisão de Arte e Criação 
da Pégasus Publicações Ltda – São Paulo – SP - Brasil
Todos os Direitos Reservados. Proibida a reprodução
total ou parcial, sem autorização.

OBS: As imagens contidas nesta matéria são meramente
ilustrativas e seus direitos autorais pertencem a seus 
autores, parentes ou representantes legais.

Edno Rodrigues é irmão do falecido desenhista
Edmundo Rodrigues, criador dos quadrinhos de
Jerônimo, o herói do sertão (que surgiu 
como novela radiofônica criada por Moises Weltman). 
Em parceria com seu irmão, Edno também executou 
outros inúmeros trabalhos. 

Em 1956, abriram um estúdio de arte e criação
onde fazia os desenhos a lápis (que foram artefinalizados
por Edmundo), de HQs de cowboys, terror, guerra, e até 
uma edição do personagem Raio Negro (O Anel de Lid), 
criação-Mor do saudoso desenhista e escritor Gedeone 
Malagola. Atualmente Edno mora na cidade de São
Sebastião do Rio de Janeiro, no bairro de Copacabana
e também está no Facebook. Contatos? 
rodriguesedno@ig.com.br.